Igreja Anglicana

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Festa da Cátedra de São Pedro



A Igreja Católica celebra hoje, dia 22 de fevereiro, a Festa da Cádetra de São Pedro. Vamos primeiro entender que "cátedra" é cadeira. No caso, ela indica a sede fixa do bispo, localizada na Igreja-mãe de uma diocese que, por este motivo, é chamada de "catedral". Ainda é preciso entender que a festa de hoje, no entanto, é uma festa em honra de uma peça de mobiliário - uma cadeira. Não. A festa de hoje celebra o primado do Bispo de Roma como chefe da Igreja Católica.

A cátedra simboliza a autoridade do bispo e, em particular, de seu "magistério", ou seja, do ensinamento evangélico que ele, como sucessor dos apóstolos, está chamado a transmitir à comunidade cristã.

Sabemos pela Tradição da Igreja que Pedro residiu durante algum tempo em Antioquia, a cidade onde os discípulos começaram a ser chamados de "cristãos" pela primeira vez. Depois de algum tempo foi para Roma de onde governou toda a Igreja.

Ao celebrarmos a Cátedra de São Pedro, nós celebramos a graça que Deus concedeu a Igreja, o dom da infalibilidade quando ensina a doutrina.

A Cátedra de São Pedro se localiza na Basílica de São Pedro uma obra do escultor italiano Gian Lorenzo  Bernini, foi executada em forma de um grande trono de bronze, sustentada pelas estátuas de quatro doutores da Igreja, dois do Ocidente: Santo Agostinho e Santo Ambrósio, e dois do Oriente: São João Crisóstomo e Santo Atanásio.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Campanha da Fraternidade 2018


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNB) lançou, nesta quarta-feira (14) a Campanha da Fraternidade 2018, com o tema Fraternidade e superação da violência. O documento aponta formas e tipos de violência no Brasil, dando destaque às praticadas contra os negros, os jovens e as mulheres.

"Os grupos sociais vulneráveis são as maiores vítimas da violência", disse o presidente da entidade, cardeal Sérgio Rocha.

"A Igreja sempre tem alertado sobre a perda de direitos sociais. Não podemos admitir que os mais pobres arquem com sacrifícios maiores  Precisamos de políticas públicas para nos ajudar a superar e assegurar os direitos fundamentais que as pessoas têm", defendeu o cardeal.

Durante o lançamento da campanha, o presidente da CNBB listou também como prática violenta, a corrupção. "A corrupção é uma forma de violência, e ela mata", disse o cardeal. Segundo ele, "ao desviar recursos que deveriam ser usados em favor da população, os políticos acabam promovendo uma outra forma de violência contra o ser humano, a miséria".

Fonte: https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,458734,14,02,ao-lancar-campanha-da-fraternidade-2018-cnbb-diz-que-corrupcao-e-violencia.shtml


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Dia de Nossa Senhora dos Navegantes


Uma das maiores celebrações no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes começou na manhã nesta sexta-feira (2) em Porto Alegre. A procissão que começou logo após a missa de celebração à santa na Igreja Nossa Senhora do Rosário, no centro da capital, reuniu cerca de 100 mil pessoas, segundo a brigada militar.

Houve também procissão fluvial pelo Guaíba, com saída da Ilha da Pintada, na colônia dos pescadores.

Após duas horas e meia de caminhada, os fiéis chegaram ao Santuário de Nossa Senhora dos Navegantes, na Zona Norte de Porto Alegre. Lá acontece a missa campal, seguida de festa e homenagem à santa. A tradição se repete há mais de 100 anos, sempre reunindo uma multidão.

A fé em Nossa Senhora dos Navegantes chegou ao Brasil através dos navegadores portugueses e espanhóis. Em Porto Alegre, cidade de colonização açoriana, Nossa Senhora dos Navegantes foi declarada Padroeira da Cidade. A festa é realizada no dia 2 de fevereiro.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Papa Francisco reza pela paz


Cidade do Vaticano, 28 de janeiro de 2018 - O Papa Francisco saudou hoje as crianças da Ação Católica da Diocese de Roma, que levaram a "Caravana pela Paz" até a Praça de São Pedro, num clima de festa.

"Agradeço a todos pela iniciativa. Não se cansem de ser instrumentos de paz e alegria entre os que têm a mesma idade", disse, desde a janela do apartamento pontifício, após a oração do ângelus.

Dois membros da Ação Católica, que estavam ao lado do Papa, leram uma mensagem de paz para todos os presentes na Praça de São Pedro.

"E agora juntamente com as nossas orações pela paz, cada um de nós reze em seu coração pela paz", pediu o Papa Francisco.

O momento concluiu-se com o lançamento de balões, que acabaram por ficar presos na estrutura da janela, antes de serem finalmente empurrados para o alto.

O Papa brincou com este momento e aproveitou para uma pequena reflexão:"Quando nós rezamos mal, quando levamos uma vida que não é a vida que Jesus quer, as nossas orações não sobem e é preciso uma ajuda para fazê-las ir para o alto".

"Quando sentirem que as orações não sobem, procurem a ajuda de alguém", disse.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A Bíblia Católica e a Bíblia Protestante


Se você perguntar a alguém porque a Bíblia Católica é diferente da Bíblia Protestante, os últimos dirão que a Igreja Católica colocou eles por conta própria.

Bem, o Antigo testamento foi escrito em hebraico, partes em aramaico, e concluído em 440 a. C. Mas em 250 a.C. foi iniciada a tradução grega do Antigo Testamento (conhecida como Bíblia Septuaginta). Na época de Jesus Cristo existiam a Bíblia em hebraico e aramaico, e a Septuaginta.

Mas, por causa dos escritos  cristãos os rabinos judeus se reuniram em Janmia, ao Sul da Palestina, no ano 100, para decidir quais eram os livros sagrados.

Adotaram o seguinte critério para reconhecer os livros:

1. escritos na Terra Santa;

2. escrito somente em hebraico, nem em aramaico nem em grego;

3.escritos antes de Esdras (455a.C - 428 a.C.);

4.escritos em conformidade com a Torá de Moiséis.

Por isso, os livros de Tobias, Judite, Baruque, Eclesiástico, Sabedoria, I e II Macabeus fazem parte da Bíblia Católica como deuterocanônicos.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Documentos do Concílio Vaticano II


O Concílio Vaticano II (1962 - 1965) foi sem dúvida o maior acontecimento da Igreja Católica no século XX.

Como resultado das reflexões, orações e trabalhos diversos durante todos os três anos seguidos do Concílio temos um compêndio de documentos que tratam dos assuntos mais importantes ali suscitados. Esses documentos, de acordo com sua importância e temática, são classificados como Constituições, Declarações e Decretos.

O Concílio Vaticano II produziu duas Constituições Dogmáticas: Dei Verbum (Sobre a Revelação Divina) e a Lumen Gentium (Sobre a Igreja). Também deu-nos duas Constituições Pastorais Conciliares: Sacrosanctum Concilium (Sobre a Sagrada Liturgia da Igreja) e a Gaudium et Spes (Sobre a Igreja no Mundo Atual).

As Declarações produzidas são três: Gravissimum Educationis (Sobre a Educação Cristã), Nostra Aetate (Sobre a Igreja e as Religiões Não Cristãs) e Dignitatis Humanae (Sobre a Liberdade Religiosa).

Os Decretos são nove ao todo: Ad Gentes (Sobre a Atividade Missionária da Igreja), Presbyterorum Ordinis (Sobre o Ministério e a Vida dos Sacerdotes), Apostolicam Actuositaem (Sobre o Apostolado dos Leigos), Optatam Totius (Sobre a Formação Sacerdotal), Perfectae Caritatis (Sobre a Conveniente Renovação da Vida Religiosa), Christus Dominus (Sobre o Múnus Pastoral dos Bispos na Igreja), Unitatis Redintegratio (Sobre o Ecumenismo), Orientaium Ecclesiarum (Sobre as Igrejas Orientais Católicas) e Inter Mirifica (Sobre os Meios de Comunicação)

domingo, 14 de janeiro de 2018

Os títulos do Papa


O chefe visível da Igreja Católica é chamado de Papa (Petrus Apostulus Princips Apostolorum),  que em grego significa apenas "pai".  Ele é intitulado Servus Servorum Dei (Servo dos Servos de Deus).

Os títulos oficiais do Papa são:

1. Bispo de Roma

2. Vigário de Jesus Cristo

3.  Sucessor de São Pedro, o Príncipe dos Apóstolos

4. Sumo Pontífice da Igreja Universal

5. Patriarca do Ocidente

6. Primaz da Itália

7. Arcebispo e Metropolita da Província Eclesiástica de Roma

8. Soberano do Estado do Vaticano

Ele é quem dirige a Igreja Católica no mundo inteiro, tendo os bispos como seus colaboradores, os quais formam junto com o Papa o Magistério da Igreja Católica.