Igreja Anglicana

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domingo, 15 de abril de 2018

O Novo Rito de Consagração de Bispos



O Papa Paulo VI alterou o rito de consagração de bispos. Isto é muito importante porque a Fraternidade de São Pedro (grupo que celebra a Missa latina tradicional) ordena seus ministros segundo o Rito de Ordenação Tradicional, mas são ordenações feitas por bispos que foram sagrados segundo o novo rito de ordenação episcopal.

O Papa Pio XII, Sacramentum Ordinis, 30 de novembro de 1947, declarou:"Mas em relação à matéria e à forma na consagração de qualquer ordem, pela Nossa mesma suprema autoridade apostólica Nós decretamos e estabelecemos o seguinte:...na ordenação ou consagração episcopal....A forma consta das palavras do 'Prefácio', das quais as seguintes são essenciais e, portanto, requeridas para vaidez:

- "Completa no teu sacerdote a plenitude do teu ministéio e, provido dos ornamentos de toda glorificação, santifica-o com o orvalho do unguento celeste" (Denzinger,The Souces of Catholic Dogma, B. Herde Book. Co. Thiertieth Edition, 1957, no. 2301).

Com a sua menção de "a plenitude do teu ministério...os ornamentos de toda glorificação", esta forma tradicional significa de maneira inequívoca o poder do episcopado, que é a "plenitude do sacerdócio", No rito de 1968 de Paulo VI, a nova forma é apresentada a segui:

- Enviai agora sobre este eleito a força que de Vós procede, o Espírito soberano, que destes ao vosso amado Filho Jesus Cristo, e ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja por toda a parte, como vosso templo, para a glória e perene louvor do vosso nome" (The Rites of Catholic Church, Collegeville,  MN : The Liturgical Pess, 1991, Vol, 2, pág 73; Ordenação do Bispo, dos Presbíteros e Diáconos, 3 edição, Conferência Episcopal Portuguesa, pág. 14)

Fonte: http://www.igrejacatolica.org/o-novo-rito-de-consagracao-de-bispos/#.WtOQGtIrLIU

Nota: possivelmente os bispos da CNBB não foram sagrados validamente

quarta-feira, 11 de abril de 2018

CNBB: 400 bispos reunidos em Aparecida


A partir de hoje (11/04/2016) até o próximo dia 20, os bispos de todo o país se reúnem no Santuário de Aparecida (SP) para a Assembleia Geral dos Bispos do Brasil.

No encontro, os religiosos vão discutir a atual situação dos seminários e debater assuntos como política e violência..

A abertura do evento, que é um dos mais importantes do ano para a Igreja Católica, ocorre na missa das 7h30, no altar central. Depois da celebração, os sacerdotes vão para o centro de eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, onde estão programadas quatro sessões de debates por dia. Essa programação se repete todos os dias durante a semana.

Hoje, será debatido o tema central, que aborda as diretrizes para a formação de novos padres e outros assuntos internos da Igreja e do panoroma nacional.

As sugestões dos bispos durante as sessões serão votadas pelos sacerdotes presentes e passarão a integrar um texto base sobre as novas lideranças religiosas. Elas serão levadas ao Vaticano, e após aprovação, o texto fará parte do documento da CNBB, que vai orientar os futuros párocos no país.

Todos os anos a assembleia geral fomenta um novo documento de diretrizes para a Igreja Católica no Brasil.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/aparecida-reune-cerca-de-400-bispos-para-assembleia-da-cnbb.ghtml

domingo, 8 de abril de 2018

Festa da Divina Misericórdia


No dia 8 de abril de 2018, a Igreja Católica no Brasil e no mundo celebra a Festa da Divina Misericórdia. Esta festa foi instituída pelo Papa João Paulo II, em 30 de abril de 2000, o qual determinou que a festa fosse celebrada no segundo Domingo da Páscoa.

A Festa da Divina Misericórdia era tradicionalmente celebrada na Polônia por Santa Faustina Kowalska, religiosa pertencente à Congregação das irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia.

A Santa Faustina Kowalska disse que o próprio Jesus Cristo pediu que a festa fosse propagada, como  está no diário da santa:

"Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estarão abertas as entranhas da minha minha Misericórdia derramam todo o mar de graças nas almas das pessoas que se aproximarem da fonte da minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e castigos. Nesse dia estarão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da minha Misericórdia" (Diário no. 699).

Fonte: https://ocaminho.org.br/igreja-catolica-se-prepara-para-festa-da-divina-misericordia.html

segunda-feira, 2 de abril de 2018

O Catecismo da Igreja Católica


Depois da Sagrada Escritura, o Catecismo da Igreja Católica é o livro mais importante para o fiel católico. A razão é bem simples:

Em 1985, nas comemorações do vigésimo aniversário do  encerramento do Concílio Vaticano II, uma Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos manifestou o desejo de um Catecismo ou compêndio atualizado que abordasse a doutrina católica de forma geral.

O Papa João Paulo II confiou ao Cardeal Joseph Ratzinger em 1986 a responsabilidade de presidir uma comissão composta por doze cardeais e bispos para prepara um projeto para o catecismo. Esta equipe contou com  o apoio de uma Comissão de redação formada por sete bispos diocesanos peritos em teologia e catequese.

O Catecismo da Igreja Católica foi entregue à população no dia 11 de outubro de 1992.

A divisão do Catecismo da Igreja Católica:

1 parte -  A profissão de fé, baseada no credo, cujo objetivo é o mistério cristão.

2 parte - A celebração do Mistério Cristão, que trata da sagrada Liturgia.

3 parte - A vida em Cristo, baseada no Decálogo, apresenta o agir cristão.

4 parte - A oração cristã, expressada no Pai Nosso.

domingo, 1 de abril de 2018

O Túmulo Vazio: Jesus Vive!


No Evangelho Segundo São João, encontramos:"No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então saiu correndo e foi  encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele a quem Jesus amava, e lhes disse:'Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram'. Saíram, então, Pedro e o outros discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos" (Jo 20,1-9).

O túmulo vazio traz uma esperança a todos os cristãos: Jesus Cristo venceu a morte!

No contexto eclesiológico há uma mensagem interessante.

1. uma mulher foi a primeira a ter certeza de Jesus ressuscitado, mas nem por isso participa do sacerdócio ministerial e busca a Simão Pedro.

2. o  outro discípulo corre mais depressa que Pedro, mas só entra no túmulo depois que Pedro confirma que o túmulo está vazio. É o reconhecimento da primazia de Pedro.

3. Pedro chega e confere que o corpo de Jesus não está ali.. É a Pedro que compete falar pela Igreja.

Na Páscoa é que o comando de Pedro se dá, sem o qual há muitas dúvidas.

sábado, 31 de março de 2018

Celebração do Sábado de Aleluia ou Virgília Pascal


A noite do Sábado Santo, denominada também Vigília Pascal, é especialíssima e solene. A Vigíla Pascal era celebrada antigamente à meia-noite, depois mudada, infelizmente, por questões práticas.

Ela não pode, entretanto, começar antes do início da noite, e deve terminar antes da aurora do domingo. - É considerada "a mãe de todas as santas vigílias", pois nesta a Igreja mantém-se de vigia à espera de Ressurreição do Senhor, a consumação da nossa fé, e celebra-a com os Sacramentos da Iniciação Cristã.

A vigília desta noite é dividida do seguinte modo:

1. Celebração da Luz;

2. A meditação sobre as maravilhas que Deus realizou desde o início pelo seu povo, que confiou em sua palavra e sua promessa;

3. O nascimento espiritual dos novos filhos de Deus através do Sacramento do Batismo;

4. E por fim a tão esperada Comunhão Pascal, na qual rendemos graças a Nosso Senhor por sua  gloriosa Ressurreição, na esperança de que também possamos ressugir com Ele para a vida eterna.

Fonte: http://www.ofielcatolico.com.br/2001/05/santo-sabado-de-aleluia.html

sexta-feira, 30 de março de 2018

Celebração da Paixão de Nosso Senhor


Na Igreja Católica, a Sexta-Feia Santa pertence ao Tríduo Pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo fato de não ter Oração Eucarística, a mais importante parte da missa católica.

A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida pela liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou um bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha, a celebração segue essa estrutra:

- Entrada em silêncio do presidente e dos ministros, que se prostam em adoração diante do altar oração coleta;

- Liturgia da Palavra: leitura do livro de Isaías (quarto cântico do servo de Javé, Is 52, 13-53, 12), salmo 31(30), leitura da Epístola aos Hebreus (Hb 4, 14-16; 5, 7-9), aclamação ao Evangelho da Paixão segundo João (Jo 18, 1-19, 42, geralmente em forma dialogada);

- Homilia e silêncio de reflexão;

- Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção - silêncio - oração do presidente;

- Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos;

- Pai Nosso;

- Comunhão dos fiéis presentes.Toma-se o pão consagrado no dia anterior, Quinta-Feira Santa;

- Oração depois da comunhão;

- Oração sobre o povo.

Fonte: http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/416/29/