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sexta-feira, 7 de julho de 2017

A Bíblia de Jerusalém


A Bíblia de Jerusalém é uma edição brasileira (1981, com revisão e atualização na edição de 2002) da edição francesa Bible de Jérusalem, que é assim chamada por ser fruto de estudos feitos pela Escola Bíblica de Jerusalém.

A Bíblia de Jerusalém foi publicada pela primeira vez em 1956, em francês, em um só volume. Para esse trabalho foram convidados diversos pesquisadores: historiadores, arqueólogos, lexicógrafos, linguistas, teólogos, exegetas, cientistas sociais, geógrafos e cartógrafos.  Atribuiu-se que foi a diversidade de colaboradores que garantiu traduções acuradas, em terras que cada qual conhecia com profundidade.

A primeira edição brasileira chamou-se Bíblia de Jerusalém (1981, Paulus Editora). A revisão francesa, de 1998, acabou gerando a nova edição brasileira (Nova Bíblia de Jerusalém), revista e atualizada, pela mesma Paulus Editora, em 2002. Nesta tradução dos originais para a língua portuguesa, também colaboraram exegetas católicos e protestantes.

Os exegetas apontam que o grande diferencial da Bíblia de Jerusalém é que, além da tradução dos originais hebraico, aramaico e grego, existe a contextualização histórica, dentro do ambiente físico,  ambiental e cultural relativo à época em que cada livro foi escrito. Trata-se de uma obra que representa a "união do monumento  e do documento", de acordo com Lagrange, criador da Escola Bíblica de Jerusalém, unindo assim "a arqueologia, a crítica histórica  e a exegese dos textos".

A Escola Bíblia de Jerusalém é considerada atualmente, pela grande maioria dos linguistas como uma das melhores bíblias para o estudo, aplicável não apenas ao trabalho de teólogos, mas também para tradutores, pesquisadores, jornalistas e cientistas sociais, independente de serem católicos, protestantes, ortodoxos ou judeus, ou mesmo de qualquer outra religião ou crença.

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